Dia do Médico: celebrar vidas, reconhecer dedicação
Dia 18 outubro é dia do médico, e sua origem é cristã. A data foi escolhida por ser o aniversário de São Lucas, um santo que foi médico, e que escreveu parte do Novo Testamento da Bíblia.
O Dia do Médico, celebrado neste sábado (18), é mais do que uma data no calendário — é um tributo a uma das mais nobres vocações humanas. Ser médico é unir ciência e compaixão, técnica e empatia, razão e sensibilidade. É dedicar-se diariamente à saúde e ao bem-estar das pessoas, muitas vezes colocando o outro em primeiro lugar.
Nos consultórios, nas unidades de saúde e nas emergências hospitalares, esses profissionais estão sempre prontos para ouvir, diagnosticar, cuidar e confortar. A formação técnica do médico é apenas uma parte de sua jornada. A outra, igualmente essencial, é o olhar humano que acolhe a dor, devolve a esperança e inspira confiança.
A medicina, cuja origem antecede a era cristã, evoluiu ao longo dos séculos com o avanço da ciência — do microscópio às descobertas em genética, microbiologia e bioquímica. Hoje, segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), o campo médico abrange 52 especialidades, todas dedicadas a um único propósito: preservar a vida.
Por trás de cada atendimento, há um compromisso inabalável com a saúde e com o bem comum. O médico desempenha um papel essencial na prevenção de doenças, no tratamento dos enfermos e na promoção de uma vida mais saudável. No entanto, apesar da importância de sua missão, muitos profissionais ainda enfrentam desafios diários, sobretudo no sistema público de saúde, o que torna ainda mais necessária a valorização dessa categoria.
Neste dia especial, é tempo de reconhecer e agradecer. A cada médico e médica, nosso respeito e admiração pela coragem de cuidar, pela dedicação incansável e pelo amor à vida.
*Rosângela Méri

