Dr. Rafael Abrão se reúne com a presidente do CONSEG em Luziânia para tratar de melhorias na estrutura da Polícia
Reunião entre Rafael Abrão e Joelma Almeida reforça compromisso com atendimento mais humanizado e valorização dos agentes de segurança
A presidente do 2° Conselho Comunitário de Segurança e Defesa Social de Luziânia-GO, Joelma Almeida, visitou nesta segunda-feira à 5ª Delegacia Regional da Polícia Civil do Estado de Goiás, recebida pelo Delegado Regional Dr. Rafael Abrão, a vista teve o objetivo de discutir demandas da Polícia Civil e o apoio do Conselho de Segurança (CONSEG). O encontro visou melhorar a estrutura de trabalho dos agentes e garantir um atendimento mais humanizado à população, bem como o fortalecimento da Segurança Pública com Cidadania.
Durante a reunião, Joelma destacou a importância de ações concretas para valorizar os profissionais da segurança pública, especialmente em um momento de transformação positiva na área. Segundo ela, o trabalho da Polícia Civil na região tem se destacado pela atuação eficaz e pelo esforço constante em aproximar o atendimento às necessidades da comunidade. “Nosso papel no CONSEG é justamente esse: ouvir a sociedade, intermediar com as instituições e construir pontes que gerem melhorias para todos”, afirmou Joelma. “Essa reunião com o Dr. Abrão é mais uma etapa do nosso trabalho de construir uma rede de proteção eficiente e colaborativa.”. explicou
Em Luziânia, o 2º CONSEG tem desempenhado papel ativo na mediação entre os cidadãos e os agentes de segurança, contribuindo para ações mais eficazes e alinhadas às necessidades reais da comunidade.
Delegacia de Luziânia busca humanização no atendimento
Entre os principais pontos discutidos na reunião, esteve a necessidade de humanizar o atendimento prestado nas delegacias, especialmente no que diz respeito às vítimas de violência e aos grupos mais vulneráveis. Segundo Dr. Abrão, a meta é oferecer um serviço mais empático e acolhedor, sem abrir mão da eficácia investigativa. Para isso, são estudadas parcerias com universidades, entidades do terceiro setor e programas sociais que possam oferecer apoio psicológico e jurídico dentro das unidades policiais.
A iniciativa vai ao encontro de um movimento crescente dentro da segurança pública brasileira: aliar repressão qualificada com atendimento humanizado. “A polícia precisa ser forte, mas também precisa ser sensível. Quando uma vítima chega à delegacia, ela precisa se sentir segura e acolhida, não apenas por um protocolo, mas por uma equipe preparada para lidar com sua dor.

